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ªªMeu
perfilªª BRASIL, Norte, MANAUS, FLORES, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Música, Cinema e vídeo MSN - |
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O famoso ilusionista Eisenheim (Edward Norton) assombra as platéias de Viena com seu impressionante espetáculo de mágica. Suas apresentações despertam a curiosidade de um dos mais poderosos e céticos homens da Europa, o Príncipe Leopold (Rufus Sewell). Certo de que as mágicas não passam de fraudes, Leopold vai ao show de Eisenheim disposto a desmascará-lo. Quando Sophie (Jessica Biel), noiva de Leopold, é chamada ao palco para participar de um número, ela reconhece em Eisenheim uma paixão juvenil. Eles iniciam um romance clandestino e o príncipe delega a um inspetor de polícia (Paul Giamatti) a missão de expôr a verdade por trás do trabalho do mágico. Este, no entanto, prepara-se para executar a maior de suas ilusões.
Bom... sendo mais um fim de semana sem namorado acabei tendo que procurar preeencher meu tempo com outras diversões, e um amigo (Jefferson) me recomendou assistir o Ilusionista, filme que quando esteve em cartaz nocinema, eu não senti menor interesse em assistir, não dava nada por ele. Enfim, aluguei e em pleno domingo assisti. Realmente é um filme inteligente, uma história envolvente, uma fotografia realmente especial e de um fascinio quase q instantâneo. Por um detalhe apenas achei que deixou a desejar, mas isso é só o que eu, uma simples mortal, achei.Edward Northon, que representava o ilusionista, Eisenhein, estava um tanto inexpressivo, ele mesmo não passava emoção alguma, pelo menos não pra mim, não em seu semblante, é como se não soubesse representar alegria, susto, tristeza, desapontamento...a expressão era uma só. É claro que não sei se isso fazia parte da característica proposta pelo roteirista, autor, produtor.enfim... só sei que esse foi um detalhe que faltou no filme pra ser perfeito! No mais, um bom filme!


SAUDADE
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada; se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial; se ela aprendeu a estacionar entre dois carros; se ele continua preferindo Malzebier; se ela continua preferindo suco; se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados; se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor; se ele continua cantando tão bem; se ela continua detestando o MC Donald's; se ele continua amando; se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos; não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento; não saber como frear as lágrimas diante de uma música; não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer; Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler.
By me

Eu procuro um amor
que ainda não encontrei
diferente de todos que amei
Nos seus olhos quero descobrir
uma razão para viver
e as feridas dessa vida
eu quero esquecer
Pode ser que eu a encontre
numa fila de cinema
numa esquina ou numa mesa de bar
Procuro um amor
que seja bom pra mim
vou procurar, eu vou até o fim
E eu vou tratá-la bem
pra que ela não tenha medo
quando começar a conhecer
os meus segredos
Eu procuro um amor
uma razão para viver
e as feridas dessa vida
eu quero esquecer
Pode ser que eu gagueje
sem saber o que falar
mas eu disfarço
e não saio sem ela de lá
Procuro um amor
que seja bom pra mim
vou procurar, eu vou até o fim
Frejat

Então...
Nossa língua "quase portuguesa" virou tema pra pesquisa de um doutor em línguística (unicamp), Sérgio Augusto Freire de Souza, que percebeu o modo tão característico do manauara se expressar e decidiu compor um dicionário amazonês, um tanto desproporcional à nossa tão rica e complexa Língua portuguesa utilizada em outras regiões do país. Claro que não estamos falando de sotaque e sim de vocabulário mesmo. Essa pesquisa foi realizada em seis regiões da cidade e notou-se que há uma predominância dos traços que identificam a linguagem utilizada como “amazonense” nas áreas de menor poder aquisitivo e de menor acesso aos bens sociais. Bom se eu for falar sobre todos os resultados desse trabalho vou levar horas transcrevendo o que o Doutor concluiu e meu objetivo não é esse. O que me fez querer postar sobre o "amazonês" foi o tanto de risada q dei lendo as caboquices..rs. O dicionário é grande, não dá pra postar todo, até pq nignuém leria todo, então decidi postar, por letra, as palavras mais interessantes ao meu ver.
ABESTADO adj. - Apalermado, imbecil, idiota, estúpido. Pessoa que não entende de nada. Em notória alusão ao animal besta. “Não gosto dele, não. Ele é muito abestado”.
ACOCHAR v. – Agarrar alguém com intenções sexuais. “O Dangliney tá acochando a mulher do Walter”.
ALMENO loc. adv. – Pelo menos. “Tu tens cinco aí. Me dá almeno uma”.
ALOPRADO adj. – Exagerado.
AMANCEBADO s.m. - Pessoa solteira que vive maritalmente com outra. "Ela não casou, não. Tá amancebada só".
ANDAR NA PINDAÍBA loc. v. – Andar liso, duro, sem dinheiro.
APERREAR v. – Ver aporrinhar.
APERREADO adj. - Apressado, muito nervoso, sem saber o que fazer diante de uma situação difícil. "Rapaz, tô aperreado com aquele negócio da dívida".
ARREDAR v. - Deslocar-se: "Arreda pra lá, maninha!"
ARRUDEAR v. – Dar a volta. “Ninguém entra pela sala. Quem quiser entrar em casa vai ter que arrudear.” “D. Zefa, posso entrar?” “Não, arrudeia”
ATÉ O TUCUPI, ATÉ O TALO, ATÉ O TOCO (ou a variação ATÉ O TCHOCO) exp. id. – Até o máximo possível. “Rapá, tô até o toco de trabalho”.
ATÉ PARECE... exp.id. – Indica dúvida, incredulidade. “A Priscila vem dormir aqui? Até parece... Ela não dorme fora de casa.”
Letra B ...são Cenas do Próximo capítulo...rs